Natal de Guararema

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Decoração natalina feita de.. garrafas PET! Para quem é do Alto Tietê talvez não seja novidade, mas para quem não conhece, a cidade de Guararema, há mais ou menos 80 km da capital de São Paulo, surpreende em dezembro pelo número de turistas (que a cada ano só cresce) e pela decoração que toma conta da pequena cidade.

Fui lá no domingo, dia 22 de dezembro, e a cidade estava lotada. Além de enfrentar problemas – já esperados – com o trânsito enorme, a maior dificuldade foi estacionar o carro. Chegamos por volta das 18h30 e já não tinha lugar para parar. Acabamos encontrando uma vaga meio longe e andamos até o centro.

Já conhecia Guararema de outras visitas, mas no Natal a cidade se transforma. São 4 milhões de garrafas pets transformadas em sinos, velas, bolas e bonecos de neves espalhadas pelas ruas do centro. Os turistas se apertam e buscam espaço para uma foto e outra em frente as 13 árvores de natal nos 42 pontos decorados no centro.

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A Prefeitura espera para 2013 cerca de 400 mil turistas até o dia 6 de janeiro, quando a decoração será retirada. Mas, na prática, o movimento parece ainda maior principalmente nos finais de semana. Para quem ainda deseja visitar a cidade neste final de ano, vale a pena, mas é preciso ter paciência.

Guararema oferece algumas opções de artesanato principalmente próximo ao Centro Artesanal Dona Nenê, em frente à uma das praças da cidade. Lá é possível encontrar vários produtos feitos de madeira, tecido e até paçoca artesanal. Além disso, há também várias opções de bijouterias. Também em frente à praça, há duas lojinhas, uma com pedras naturais e a outra com produtos artesanais como cachaças, doces e licores.

Depois de andarmos pelos principais pontos iluminados no centro (dá para acessar quase tudo a pé), chegamos próximos à Ilha Grande, onde um portão dá acesso à cabana do Papai Noel. Quando chegamos a atração ainda não estava aberta mas a fila estava tão grande que desisti de entrar lá. Minha mãe, em um outro sábado, também desistiu de entrar e muita gente deve fazer a mesma coisa já que deixam entrar cerca de 10 pessoas por vez.

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Para comer também tivemos dificuldade. No centro, bem em frente à Igreja Matriz, tem uma pizzaria que, antes mesmo de entrarmos, anuncia que temos que entrar em uma espécie de ‘lista de espera’, onde a funcionária anota o nosso celular e liga quando uma mesa é liberada. Nos outros lugares, tudo lotado. As mesas repletas de turistas nas poucas opções de restaurantes abertos a noite que têm próximo ao centro.

O que nos salvou foi o Foursquare. Pesquisando no ‘melhor da região’, achamos duas pizzarias próximas e fomos na mais perto, que fica um pouco afastada da igreja, mas dá para ir a pé. Chama ‘Estação da Pizza’ e a pizza é boa, o atendimento também e o preço, achei justo. Deu cerca de R$ 45 para duas pessoas. Esse restaurante também ficou cheio um pouco depois das 21h, por isso a dica é procurar algo para comer mais cedo.

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