Visitei: Manaus (parte 1)

No centro da cidade, o Teatro Amazonas encanta e surpreende pela sua elegância =)

No centro da cidade, o Teatro Amazonas encanta e surpreende pela sua elegância

Manaus, para muita gente, não é o tipo de destino que está na lista dos “quero muito ir”. Para mim era assim até eu meio que ser obrigada a ir conhecer a cidade. E digo que foi uma ótima surpresa viu? Meu Trabalho de Conclusão de Curso (depois conto mais sobre ele) ganhou a etapa sudeste no Prêmio Expocom e a etapa nacional seria em Manaus. Então lá fomos eu e uma amiga desbravar a Amazônia e concorrer ao Expocom Nacional.

Além de trazermos o prêmio para casa, eu trouxe também uma vontade imensa de voltar para Manaus. A cidade, segundo os manauaras (povo que mora lá) é uma na época da seca do rio e é outra na cheia do rio. Fui até lá no início de setembro, quando as águas do Rio Negro já começam a baixar e pretendo voltar lá na cheia do rio.

O texto está bem grande, mas é que o assunto rende e, antes de ir para, lá senti dificuldade em encontrar textos sobre Manaus na internet. Então talvez ajude quem esteja planejando ir conhecer essa cidade incrível.

comida, hospedagem e trânsito

A comida de Manaus é, basicamente, peixe. Também pudera, já que tem rios enooormes. Eu amo peixe, então para mim não foi problema, mas para quem não gosta, também vi outras opções nos cardápios, como frango e, um pouco, de carne. Quanto ao preço é mediano. Achei que seria mais barato, mas não é assustador, sabe? Como tudo é relativo, para exemplificar, em um dos lugares que comemos, no centro, pagamos cerca de R$ 35 o quilo da comida com uma variedade média (uns 8 tipos de saladas e uns 8 tipos de pratos quentes).

Em Manaus sentimos muita dificuldade em andar de carro. Os ônibus são LOUCOS, e não respeitam nem um pouco os outros carros. Além disso, nem o GPS e nem o celular deram conta de acertar os sentidos das ruas: quase todas (e juro que não é exagero) as ruas que os aparelhos mandavam a gente entrar eram contramão. Mas, mesmo assim, andar sem GPS é impossível porque não quase não há placas indicativas e os nativos não sabem dar muitas orientações sobre pontos turísticos ou lugares que precisamos ir para comer, tipo shoppings. Além disso o combustível por lá é bem caro, se comparado aos preços de São Paulo.

Apesar de todos esses pesares com o carro, ainda foi a melhor opção. Algumas pessoas que estavam no Congresso de Comunicação também disseram que os táxis são caríssimos e que gastaram horroreees com o transporte. Com o carro pudemos escolher os horários de nossos passeios e não pensávamos duas vezes ao ir procurar o que comer em um shopping, por exemplo.

Quanto à hospedagem, ficamos no Hotel Go Inn, no centro. O hotel tinha parceria com o congresso e a faculdade indicou. O preço foi de R$ 700 por quatro noites, no quarto duplo. O café da manhã estava incluso mas o estacionamento não. Então gastamos mais uns R$ 15 ou R$ 20 (não lembro) por noite. Como fui indicada, não sei se a cidade tem muuuitas opções de hospedagem. Me disseram que não, mas acredito que isso vá melhorar em 2014, já que Manaus é uma das sedes da Copa (imagina na Copa!!)

Diz a lenda que a Vitória Régia nasceu de uma história de amor.

Diz a lenda que a Vitória Régia nasceu de uma história de amor.

teatro amazonas

No primeiro dia nas terras amazônicas iniciamos nossa saga de conhecer a cidade, mas até para almoçar foi difícil porque era feriado em Manaus (só um adendo: os paulistanos têm mania de achar que o comércio em todos os lugares funcionam que nem em SP, ou seja, que abrem em finais de semana e feriado. Pessoal não é bem assim!!!!) .

Conseguimos almoçar e também no primeiro dia aproveitamos para conhecer o Teatro Amazonas (a primeira foto do post). Foi R$ 10 para entrar, achei o preço justo já que um guia nos acompanha durante toda a visita. No entanto o guia que nos atendeu não parecia muito empolgado em nos contar as coisas. Isso desanimou um pouco. Mas o teatro é lindo e tem várias histórias interessantes do ciclo da borracha, vale muito a pena conhecer. Ah! Pelo que eu vi eles têm guias que falam inglês também!

Como era feriado, tivemos dificuldades em encontrar pessoas que nos ajudassem com informações sobre outros pontos turísticos. Então passamos o resto da tarde à procura de uma agência de turismo que nos levasse para ver os botos! diga-se de passagem, isso foi uma burrice porque os próprios hotéis indicam agências que fazem os passeios

artesanato

Os passeios que fiz estão na segunda parte deste post. Mas uma coisa que reparei é que muita gente lá em Manaus vive de artesanato, então é bem fácil encontrá-los por lá (até mesmo por conta do turismo). Tanto nos passeios (como na aldeia indígena e no restaurante que paramos para almoçar) quanto no próprio centro da cidade (próximo ao cais, e em uma feirinha de domingo perto do Teatro Amazonas) tem muuuito artesanato – aliás no centro da cidade o preço do artesanato é bem mais amigo e mais em conta do que nos passeios, viu?

Quanto ao artesanato em si dá para encontrar de tudo. Comprei duas pulseiras por mais ou menos R$ 15 cada, achei o preço legal porque as pulseiras são feitas com pedras. Comprei também um colar com sementes, paguei R$ 10. Fora as bijous do nosso dia, tem também sabonetes caseiros, copinhos desenhados, vasos trançados de palha… enfim. As opções são infinitas. Outro detalhe que achei bem legal são as balas manauaras. Trouxe para SP um pacote com balas de cupuaçu e de castanha de pará que fizeram um sucesso bom no trabalho e em casa! Pelo que eu me lembre paguei uns R$ 30 por cerca de 25 balas.

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